quarta-feira, 8 de julho de 2009

O terrorismo tenta intimidar Guarujá

Na data em que se registravam os 75 anos de Guarujá e os seis meses da atual administração fomos surpreendidos por um ataque covarde à minha família. A intenção dos que me atacaram era clara. Pretendiam, através de minha família, me intimidar pois pensam que atos de terror, covardemente articulados através de denúncias anônimas, iriam me calar.
Eu e minha família sentimos profundamente o golpe. Principalmente, por ser de uma baixeza de tal ordem que surpreendeu os políticos que prezam o diálogo, a crítica dura e respeitosa e o debate permanente, como eu e a deputada Haifa.
Mas percebemos, também, que por trás do terrorismo implantado a partir do aniversário de Guarujá, há o propósito claro de intimidar e calar a oposição. “Se atacamos até o ex-prefeito, que dirá as demais lideranças”. Essa é a mensagem do terror de plantão, que tenta invadir a política em Guarujá.
Infelizmente os que adotam o estilo terrorista de fazer política não mostram a cara. Preferem a covardia do ataque pelas costas, dos telefonemas anônimos, das denúncias mentirosas. Das ameaças à minha segurança e à da minha família. E não medem conseqüências. Atingiram, sem nenhum constrangimento, minha família através de um ataque covarde à minha filha, meu irmão e meu pai de 75 anos.
Esse ataque covarde marcará para sempre a política de Guarujá. Exatamente numa época em que estávamos nos acostumando com o exercício pleno da democracia. Quando perdi a eleição, fui um dos primeiros a reconhecer publicamente. Faz parte da democracia. Na transição de governo, abri todas as portas e arquivos da prefeitura. Mobilizei funcionários para fornecer à atual administração todas as condições técnicas para que pudesse iniciar um governo dentro das expectativas da população de Guarujá.
O troco que recebi, no primeiro dia da nova administração, foram discursos virulentos, como tinham sido feitos na campanha. Preferiram a mentira, para esconder a própria incompetência administrativa. E aos seis meses, para coroar a traição a Guarujá, que ficou evidente através de uma série de atos administrativos contra a população, minha família foi covardemente atacada.
Um ato vergonhoso que manchará para sempre a carreira política dos que agora se escondem por trás de denúncias anônimas e covardes. Eles pensam que não sabemos quem são. Conhecemos todos. E os percebemos, infelizmente, pelos métodos covardes que adotam. Estão, para sempre, desonrados. Porque atacaram uma família com fins políticos. Isso, meus amigos, é ato de terrorismo feito para me calar. Mas como vocês podem bem ver nestas linhas, não conseguiram.
O que fizeram com minha família mostra que estão dispostos a aterrorizar também a população, sejam empresários, trabalhadores ou lideranças dos bairros. Guarujá, contudo, se recusa a conviver com o medo e sob ameaças de terror, partam de onde partir.
Fui a primeira vítima e não serei a última. Mas estou preparado para, junto com a população de Guarujá, enfrentar essa laia que ataca na calada da noite. Infelizmente, outras vítimas surgirão. Pois quem não tem constrangimento de atacar a família, para atingir o político, perdeu toda e qualquer referência humana, cívica e política.
Mas resistiremos. E vamos trazer de volta a dignidade democrática para Guarujá.

Farid Madi, ex-prefeito e amigo

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Guarujá foi traída e não vamos perdoar nunca a traição que sofremos

Se existe algo que incomoda a prática da cidadania, que depende de nossa fé nos homens e mulheres públicos, é a traição. É o que aconteceu com cada um dos eleitores e eleitoras que acreditaram nas promessas de campanha da atual prefeita e sacrificaram o meu mandato para lhe dar uma oportunidade.
Até aí, tudo bem. Faz parte da democracia. E sempre respeitarei a soberania popular. Mas não posso aceitar é traição, aliás, como ninguém em Guarujá aceita.
Guarujá foi traída e para não deixar nenhuma dúvida, a prefeita deixou prova de sua traição em todos os cantos da cidade. Sendo mulher, fechou uma casa de parto e mandou para casa as gestantes que estavam no Ana Parteira. Sendo professora, acabou com a Educação, interrompendo todas as obras e projetos educacionais que minha administração mantinha nas escolas.
A população de Guarujá, me dizem todos na rua, nas lojas, nas igrejas, na praia, foi traída de uma maneira exemplar. E a prefeita traiu sem constrangimentos, a ponto de se criar monumentos à esta traição e deixá-los visíveis e espalhados pela cidade inteira.
Você vê a traição nos postos de saúde da família que estão fechados ou funcionando precariamente. Ou nos desespero dos ambulantes, que estão sendo perseguidos e não podem lutar pelo pão de cada dia. A gente sente na pele a trairagem quando vê pessoas com deficiência física sem passe de ônibus, tendo que pagar a condução com o dinheiro que não têm. A gente se sente traído quando espera longas horas nos pontos de ônibus.
A traição se apresenta nos buracos que se espalham pela cidade inteira. E nos gastos de mais de R$ 2 milhões para a reforma desnecessária do Ana Parteira, só para mais tarde colocar a placa com o nome da prefeita. Enquanto as futuras mamães estão sem um atendimento médico adequado.
Como dizem os mais sábios: quem trai uma vez, trai duas, trai três vezes. Sem limites. E a atual administração aproveitou para trair no atacado. Guarujá, que era considerada uma alternativa de investimento para a construção civil, que é uma das principais atividades econômicas geradoras de emprego, está há seis meses sem emitir alvará para novas obras. O resultado é termos gerado menos empregos na construção civil do que Santos, nos últimos seis meses, como registrou o jornal Tribuna.
Guarujá, que mantinha na minha gestão as calçadas limpas, o gramado aparado, as praias iluminadas e com a presença constante da Guarda Civil Metropolitana, agora com a traição que sofre da atual administração, é uma cidade largada, sem lei, exposta aos vândalos e criminosos.
Em menos de seis meses de governo da atual prefeita, acumulamos tanto desmando, tanto descaso com nossa cidade, que nunca mais esqueceremos. Enquanto tivermos a oportunidade de exercer nossa cidadania, vamos sempre nos lembrar que em menos de 180 dias uma prefeita assumiu e traiu, no atacado, todos os seus compromissos assumidos com os cidadãos de Guarujá.
Por isso, não vamos perdoar nunca a traição que sofremos. Podemos e iremos corrigir os desmandos da atual administração. Porque a oposição do PDT será sempre respeitosa, cidadã e construtiva. Mas lutaremos até o final para que a cidade melhore.
Farid Madi, ex-prefeito e amigo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Oposição destrutiva, administração incompetente

A democracia é um processo amplo e irrestrito, que nos garante a escolher livremente nossos governantes. Como é um processo permanente e depende da aprovação continuada dos eleitores-cidadãos, usar de inverdades quando se pleiteia um cargo, principalmente, uma função executiva, acaba por expor quem se vale de campanhas desonestas à implacável vigilância e crítica da população.
Veja o que aconteceu com Guarujá. Ao longo dos anos, os cidadãos da cidade amadureceram politicamente e souberam gerar oportunidades para políticos que chegaram com propostas inovadoras.
Foi assim que tive a oportunidade de mostrar competência administrativa nos meus quatro anos de governo. A ponto de Guarujá ter desejado mais, muito mais. Preferi a verdade das obras, da geração de empregos, da manutenção dos Programas de Saúde da Família, da construção de escolas e da plena recuperação do Hospital Maternidade Ana Parteira.
Enquanto isso, a oposição liderada pela atual administração adotou o discurso destrutivo e minou nossa campanha. A população, com legitimidade, pensando se tratar de uma proposta avançada, votou e hoje, temos no executivo de Guarujá demonstrações assustadoras de incompetência administrativa.
Agora, que descobrimos que a mentira tem perna curta mas que não podemos fazer nada pois a inês é morta, a oposição irresponsável de ontem prova sua incompetência administrativa hoje, para prejuízo de todos nós.
Fecha hospitais e suspende obras viárias. Interrompe obras nas escolas, prejudica a merenda escolar, deixa os buracos tomarem conta da cidade. Uma situação vergonhosa.
Nosso papel, como ex-administradores de Guarujá é manter a responsabilidade de sempre. Afinal, administramos a cidade a favor de seus cidadãos, de seus jovens, dos mais necessitados, dos moradores dos bairros mais distantes.
Apostamos na construção civil, atraímos empresas, reforçamos a rede hoteleira, com a chegada do Sofitel do Sílvio Santos, por exemplo. Ou seja, inserimos Guarujá na grande onda de desenvolvimento que hoje passa longe de nossa realidade. Num momento em que o Brasil, através do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) gera oportunidades para as prefeituras que são administradas com competência.
Mas se a administração aposta na incompetência, os cidadãos de Guarujá estão vigilantes. A população manifesta de maneira crescente sua saudade de ações concretas a favor da Saúde, da Educação e da Segurança. Vamos, com responsabilidade, recuperar Guarujá para cada um de nós. Afinal, nós amamos Guarujá com responsabilidade e competência.

Farid Madi, ex-prefeito e amigo

terça-feira, 9 de junho de 2009

Reagir e organizar as forças cívicas a favor de Guarujá

Infelizmente para todos nós, há um vácuo de autoridade na cidade de Guarujá. Quase seis meses de governo da atual prefeita e a cidade está parada. Com prejuízos diretos nos planos de investimentos imobiliários, na suspensão de obras viárias necessárias, na paralisia das obras nas escolas e creches.
O prejuízo é sentido com a falta de oportunidades para os empresários que querem investir na cidade. Seja na construção civil, na instalação de novos projetos comerciais e nas apostas a favor do crescimento da cidade.
Para os trabalhadores e suas famílias, o prejuízo é sentido com o fim do emprego na cidade. Todos nós sabemos que Guarujá precisa crescer, movimentar a construção civil, gerar negócios para as imobiliárias se quisermos abrir vagas, em vez de fechar, no mercado de trabalho.
Todos os dias centenas de jovens (homens e mulheres) chegam em busca de uma nova vaga. Mas trabalhar em quê? Se a atitude adotada pela atual administração é de fechar hospital. Veja o que fizeram com a Maternidade Ana Parteira. Interromper o atendimento médico no Santo Amaro, apesar de ser uma autarquia privada. De fechar todas as Unidades de Saúde da Família e o Programa de Saúde da Família.
Vivemos sob o domínio de uma administração sem vontade. Que acaba colocando todos os cidadãos, empresários e trabalhadores sob o gerenciamento e interferência do Ministério Público. Ou seja, a cidade não tem uma administração capacitada para se contrapor de maneira clara e transparente aos requisitos propostos pelo Ministério Público.
Na falta de uma defesa intransigente (e dentro da legalidade) das politicas públicas adotadas pela administração de Guarujá e referendadas no Plano Diretor e votadas e aprovadas pela Câmara Municipal, predomina o que o Ministério Público sugere. Sem a devida contestação legal, que é uma obrigação do administrador. Porque falta na administração capacidade de gerenciamento e vontade politica de defender os interesses da municipalidade.
O resultado todos sofremos. Com a falta de emprego, com a suspensão de investimentos imobiliários. Qual é o grupo empresarial que vai manter os investimentos em Guarujá depois que a prefeitura suspendeu há cinco meses a emissão de alvarás, ameaçar derrubar obras já concluídas e interromper, sem necessidade e sem explicação, obras em andamento?
A alternativa para recuperar Guarujá está na própria Guarujá. Ou seja, já é hora de nos mobilizar, civicamente, a favor da nossa cidade. Juntar as forças vivas do empresariado com os sindicatos de trabalhadores. Mobilizar as organizações não governamentais, os Clubes de Mães, os jovens, os estudantes, ou seja, todos aqueles que tenham Guarujá no seu futuro.
E agir. Como? Através de mobilizações cívicas, de acompanhamento das votações na Câmara dos Vereadores, de exigência de atitudes a favor da cidade. Se a atual administração decidiu não governar, é hora de nós cidadãos de Guarujá reagir e organizar as forças cívicas a favor de Guarujá.
Farid Madi, ex-prefeito e amigo

terça-feira, 2 de junho de 2009

“Mentira tem perna curta, mas agora a Inês é morta”

A atual prefeita de Guarujá conseguiu o título Pinóquio do Ano, a menos de seis meses no cargo. Um título que a acompanhará para toda sua carreira política e que lhe foi conferido pela população, obrigada a conviver com a verdade de uma cidade mal administrada, sem os investimentos prometidos na Saúde, em obras e na Educação.
A prefeita faltou com a verdade, sem o menor constrangimento, ao inventar, durante a campanha, vários discursos em cima de problemas que não existiam apenas para ter apelo eleitoreiro. O resultado da mentira, a população de Guarujá sente, agora, na falta de atendimento médico, nos ônibus que não chegam nunca e na falta de manutenção nas escolas e nas avenidas o que obriga carros e pedestres a se desviar dos buracos o tempo todo.

Mentira nº 1 – Se eleita, afirmou a prefeita, acabaria com o SIT para reduzir o tempo de espera dos ônibus.
Verdade do Farid: A prefeitura aproveitou a integração que criei, mudou o nome para RTG. Depois da primeira semana, a população sentiu a mentira. O tempo de espera aumentou, em vez de diminuir. A mentira virou também crueldade: acabou com as passagens para os professores e com a gratuidade para os cidadãos com mais de 60 anos;

Mentira nº 2 – no palanque, a prefeita dizia que a Maternidade Ana Parteira não funcionava e que a Saúde estava paralisada e que iria garantir recursos para o Hospital Santo Amaro.
Verdade do Farid: A prefeita mandou fechar a Maternidade Ana Parteira de forma bruta e desumana. Acabou com o Programa Saúde da Família em diversos bairros. Forçou a saída da CAAT, que segundo a prefeita não servia para nada. E em seguida, recontratou a CAAT. Os doentes de Guarujá estão sofrendo com as mentiras continuadas, sem farmácias públicas, sem a central de ambulâncias, sem o atendimento ambulatorial do Hospital Santo Amaro.

Mentira nº 3 – A prefeita mentiu ao afirmar que tiraria as obras do Guarujá do papel.
Verdade do Farid: A prefeita paralisou todas as minhas obras: na rua Acre, Rio Acaraú, na Av. Tancredo Neves, no Túnel, na Escola do Morrinhos. Guarujá, abandonada, está cheia de buracos.

Mentira nº 4 – A prefeita mentiu ao afirmar que cuidaria das pessoas especiais e da qualidade de ensino.
Verdade do Farid: A prefeita tirou o passe livre das famílias de alunos com deficiência. Para piorar, tirou os médicos especialistas em pessoas com deficiência. Tirou o único professor que era responsável pelo projeto de fisioterápico e acabou com o Projeto Lego da Escola Franklin. A verdade é que a merenda piorou, tem aluno sem uniforme e sem kit escolar. Desmantelou os CAECs e os Centros Comunitários.

Por isso, a população de Guarujá quando avalia os últimos cinco meses se lamenta e afirma: “Mentira tem perna curta, mas agora a Inês é morta”. Mas ainda teremos muitas mentiras pela frente. Aguardem a próxima tarifa de ônibus.
Farid Madi, ex-prefeito e amigo

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Governança da juventude preocupada com o futuro de Guarujá

Recentemente, participei de uma reunião com cerca de 20 jovens de Guarujá. A vontade de participação dos rapazes e moças foi medida pela presença em uma reunião que sabiam que seria comigo, político e ex-prefeito de Guarujá, às 8 da noite de um sábado.
Aprendi muito com a interação. Verifiquei, por exemplo, que o vácuo administrativo na atual gestão é de tal monta, que os jovens aos poucos se organizam para encaminhar ações que deveriam ser atribuição do poder público.
Com medo de circular à noite, por falta de uma ação ostensiva da Guarda Civil, os jovens andam em grupos, evitam usar relógios ou qualquer tipo de jóias. E aconselham uns aos outros a circular a pé, com medo de terem suas bicicletas roubadas.
Enquanto se organizam para se proteger e continuar a ser jovem em uma Guarujá que os abandona à própria sorte, os moços e moças me ensinaram que estão, sim, muito bem preparados para o futuro.
Entendem a diferença radical entre o discurso de campanha da atual prefeita e a incompetência administrativa que adota na cidade, através de ações deliberadas contra os patrimônios que deixamos em Guarujá nas áreas de educação e de saúde.
As escolas que foram construídas e reformadas na minha administração ainda estão no imaginário coletivo destes jovens. Eles sabem quais escolas estão com as obras paradas, quais postos de saúde foram fechados e, principalmente, quais as tentativas de manipulação da administração para justificar o injustificável, nas suas percepções, ou seja, parar de investir em Educação e em Saúde. “Perdemos, principalmente, a perspectiva de participar de uma cidade que nos aproveite como os cidadãos do futuro”, afirmou um rapaz de 17 anos.
Na interação, que durou quase duas horas, descobri que é importante sim ser um político de referência para a juventude. É necessário, vi, ter coragem de construir uma carreira apoiada no empreendedorismo e na fé do potencial dos jovens e de suas famílias. Valeu a pena, concluí, ter demonstrado determinação administrativa, construindo escolas, hospitais e iluminando Guarujá, como fizemos.
É a maneira de gerar perspectiva para os milhares de jovens que todos os anos chegam ao mercado de trabalho. “Agora, sem perspectiva, a gente só anda dentro de buraco”, disse uma jovem.
Aprendi que os jovens de Guarujá, mesmo abandonados à própria sorte, enfrentando os “buracos da cidade”, a falta de segurança e de espaços para viver sua juventude, sabem o que querem para a cidade. Praticam, o que chamo, a Governança da Juventude, com idéias, sugestões e ações práticas.
Os resultados desta Governança da Juventude ajudam a organizar o vigor destes filhos e filhas de Guarujá, cidadãos do futuro, decididos a romper com o abandono que a atual administração nos relegou.
Se depender da disciplina, consciência cidadã e determinação, o futuro de Guarujá se salvará. Com a determinação desta juventude, conseguiremos reconstruir Guarujá dos estragos que a atual administração faz com a cidade. Fruto de uma política que esconde a incompetência, seis meses depois da posse, com ações nefastas contra o que conquistamos em Guarujá, principalmente em Educação e Saúde.

Farid Madi, ex-prefeito e amigo

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Crime premeditado contra a saúde de Guarujá
A gente está preparado para entender as catástrofes da natureza. Uma chuva forte que nos prejudica com um alagamento, que interrompe o fornecimento de energia elétrica, por exemplo, faz parte da nossa compreensão.
Mas é muito difícil entender o que motiva uma administração, por mais incompetente que seja, interromper subitamente o atendimento de centenas de pacientes que se recuperavam de sérios problemas de saúde, no ambulatório médico dentro do Hospital Santo Amaro.
Doentes, em fase de tratamento ou recuperação, nas especialidades de cardiologia, otorrinologia, gastroentorologia e outras enfermidades graves. Pessoas humildes, indefesas, sem alternativas para buscar apoio médico em convênios médicos.
O que aconteceu é um crime premeditado contra a saúde de Guarujá. Agora, para onde vão os pacientes? O que acontecerá com a saúde deles? Qual é a responsabilidade dos médicos que os acompanhavam desde o início do tratamento?
Guarujá não aceitará que este crime contra a saúde de seus moradores fique impune. E responsabilizará, temos certeza, a atual administração caso o pior ocorra com qualquer dos doentes que foram sumariamente retirados do Hospital Santo Amaro.
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Haifa Madi traz R$ 9,3 milhões de verba do Estado para o Hospital Santo Amaro (HSA)
A deputada estadual Haifa Madi liberou, junto ao Governo do Estado, no programa Pró-Santa Casa I e II, o financiamento de R$ 9,3 milhões, provenientes de recursos da Secretaria do Estado da Saúde para o objetivo. Os recursos estarão disponíveis ainda neste mês de setembro. O HSA receberá R$ 8,1 milhões, a fundo perdido, sendo que o Estado assume os juros e o hospital pagará somente o valor principal da dívida, referente ao Pro Santa Casa I e R$ 1,2 milhão referente ao Pro Santa Casa II.
Com esse aporte, o HSA irá ampliar o atendimento de consultas, exames e cirurgias, podendo oferecer, inclusive, especialidades que não existiam pelo SUS na cidade. O presidente da Associação Santamarense de Beneficência, mantedora do HSA, Dr. Urbano acredita que foi mais uma vitória para a cidade, junto com a Quimioterapia e o Tratamento Oncológico, ambos conseguidos pela deputada Haifa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dinheiro parado no caixa da Prefeitura gera desemprego

Guarujá já perde 5.439 novos empregos e uma renda de R$ 91 milhões por incompetência da atual gestão
A cada mil reais investidos na construção formal, são gerados R$ 495 de renda no próprio setor, na forma de salários, rendimentos, lucros e impostos. Além disso, para cada R$ 10 milhões de investimento em construção, são gerados 196 postos de trabalho nas construtoras e outros 98 empregos na indústria de materiais de construção, nos serviços e no comércio de materiais. Ou seja, 294 novas vagas, segundo um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas para a União Nacional da Construção.
Atualmente, a Prefeitura de Guarujá deixa parados aproximadamente R$ 185 milhões de dinheiro já contratado junto ao governo federal e ao estadual para obras na minha gestão. Se as obras estivessem em andamento significaria a criação de 5.439 novos postos de trabalho. E a geração de cerca de R$ 91 milhões de renda no próprio setor, através de salários, rendimentos, lucros e impostos.
Eis a lista das obras que a atual prefeita deixa paradas, com o dinheiro em caixa, por absoluta incompetência administrativa:
Projeto Habitar Brasil, junto com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal (1ª fase, concluída no meu governo com investimento de R$ 8 milhões) e 2ª fase parada, com investimentos totais de R$ 15 milhões, para a urbanização, regularização fundiária e construção de 600 unidades no Areião, Vila Rã e Vila do Sossego que além dos empregos perdidos, beneficiaria 3 mil famílias.
Regularização fundiária da Prainha e Conceiçãozinha que tem R$ 100 milhões parados, gerando desemprego, que poderia beneficiar 6 mil famílias com a construção de 2.500 casas;
Projeto Guarujá G, em parceria com o Governo do Estado, que já destinou R$ 47 milhões, que somada à contrapartida obrigatória da Prefeitura, ultrapassaria os R$ 50 milhões, com regularização da propriedade e a construção de 800 moradias em Cachoeira, Vila Zilda, Vila Edna e Vila da Noite.
Urbanização do Rio Acarau, R$ 10 milhões em obras paradas e em desemprego. Outros R$ 3,5 milhões em obras que poderiam estar sendo executadas, pois o dinheiro está disponível na Av. Tancredo Neves, na Cachoeira. E mais R$ 3,5 milhões parados para a recuperação do Túnel da Vila Zilda e urbanização da Av. da Saudade.
Urbanização do Morrinho 3, R$ 2 milhões. E da Maré Mansa, R$ 600 mil. Reurbanização (conclusão da calçada) da Enseada, outros R$ 3 milhões parados, sem gerar emprego e renda. O absurdo chega até as obras paradas na conclusão de duas escolas e uma creche em Morrinhos, que colocariam em Guarujá mais 1,5 milhão em investimentos.
Parar as obras e manter o dinheiro disponível em caixa é um crime contra Guarujá pois significa tirar dos pais, mães de família e dos jovens a oportunidade de arrumar um novo emprego, sufocando a economia da cidade neste momento de crise.
Na próxima semana mostraremos aonde tem mais dinheiro disponível mas sem uso e mais obra parada. Decisões administrativas da prefeitura, que se tivesse competência, poderiam se transformar em emprego e renda para os cidadãos que estão em busca de uma oportunidade.

Prejudicam nosso sonho da casa própria
A população de Guarujá, como a do Brasil todo, está ansiosa por moradia. É uma necessidade que o Governo Federal responde através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos repasses que realiza para que as administrações municipais iniciem os projetos de construção das novas moradias.
Em respeito ao sonho do próprio teto não medi esforços na minha administração para a regularização da posse e da construção de novas moradias.
A atual administração parou as obras. Mas o dinheiro existe, porque o repasse foi feito. Mas no caso de Guarujá, o que vemos é a continuada incompetência que chega a ser criminosa diante da atual crise, que afeta empregos e os rendimentos dos nossos cidadãos. Aproveite a campanha do governo federal e se inscreva no
Programa Habitacional ”Minha Casa, Minha Vida”
Veja os locais de inscrições:
- Regional do Perequê: Rua Rio Amazonas – nº 800
- Regional Enseada: Rua Guadalajara – s/nº
- Centro de Cidadania I: Avenida Adhemar de Barros – nº 2.881
- Centro de Cidadania II: Rua Cunhambebe – nº 500 – Vila Alice
- CRAS Morrinhos III: Rua Mário Vicente de Brito – s/nº - Morrinhos
- Paço Raphael Vitiello – Avenida Santos Dumont – nº 640 – Térreo

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Alerta à população:
Atos criminosos de uma campanha caluniosa
Os cidadãos de Guarujá estão recebendo telefonemas que pessoas que se identificam como sendo do Telemarketing do Hospital Santo Amaro. Pedem ajuda e dizem que o dinheiro será usado para não fechar o hospital. Aproveitam para caluniar a administração Farid Madi. É uma campanha sórdida que gravamos e vamos denunciar no Ministério Público e na Polícia Federal. Por favor, faça como os munícipes que se recusam a ser cúmplices destes atos criminosos. Grave os telefonemas e denuncie.